WikiPolíticos é um ambiente independente e voluntário de compartilhamento de informações sobre política

Objetivo

Organizar informações relativas à política. O acúmulo de informações criará um registro da História.

Método

Colaborativo. Você pode contribuir fazendo postagens de conteúdo e sugerindo melhorias. Não é obrigatório cadastro para postar.

Garantias e Transparência

Projeto voluntário e independente; não tem e nem terá fins de lucro. Você pode acessar os gastos do projeto e o código do software.

Como Funciona

As informações estão dentro de contextos. Um contexto é um mural, onde são publicadas informações. Existe um contexto para cada político (que tenha participado das eleições 2010 e 2012), local (União, Estados e Municípios) e financiador eleitoral.

No momento estão publicadas apenas postagens de usuários e dados sobre financiamento eleioral. Estamos trabalhando para publicar mais dados, sobre orçamentos públicos, dívidas públicas, votações de parlamentares etc.

Informações e Dados Abertos

As informações publicadas vêm principalmente das postagens dos usuários e das pesquisas feitas pelo WikiPolíticos em fontes de dados abertos.


Postagens recentes
todas, em ordem cronológica

Para postar, acesse o contexto (político ou local) no qual quer fazer a postagem. Para ver postagens de um contexto somente, acesse-o.

Justiça da Suíça multa Cunha por tentar criar obstáculos a investigação sobre contas
Eduardo Cosentino da Cunha BR - Rio de Janeiro

GENEBRA – O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi obrigado a pagar R$ 22,3 mil à Justiça suíça por tentar impedir que os extratos de suas contas fossem enviadas ao Brasil. Documentos obtidos pelo Estado confirmam que o Tribunal Penal Federal da Suíça constatou que o parlamentar, sua mulher, Cláudia Cordeiro Cruz, e seu truste usaram o mesmo advogado e os mesmos argumentos no esforço de impedir que seus dados bancários fossem enviados ao Brasil e que o caso fosse julgado no País. (...)

Suíça envia para o Brasil apuração sobre conta de Eduardo Cunha. MP suíço relata contas bancárias em nome do presidente da Câmara.
Eduardo Cosentino da Cunha BR - Rio de Janeiro

O Ministério Público da Suíça enviou ao Brasil, nesta quarta-feira (30), os autos da investigação sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por suspeita de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, informou a Procuradoria Geral da República.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aceitou a transferência feita pelo MP suíço. Os documentos vão primeiro para o Departamento de Recuperação de Ativos do Ministério da Justiça e depois serão remetidos para a Procuradoria Geral da República.

O Ministério Público da Suíça relata na documentação contas bancárias supostamente em nome de Cunha e familiares. As investigações começaram em abril na Suíça e resultaram em bloqueio de valores, segundo informou a PGR.

Indagado nesta quarta se tem conta no exterior, Cunha não quis responder: "O meu porta-voz será sempre meu advogado. Não há o que falar. Não falarei. não vou ficar todo dia comentando. Amanhã, vai surgir outro. Tenho que cumprir a orientação dele de não falar", afirmou.

A defesa de Cunha divulgou nota na qual afirmou que desconhece qualquer procedimento investigatório realizado na Suíça. "Por tal razão, está impedida de tecer comentários acerca dos supostos fatos noticiados", diz o texto da nota. "A defesa do deputado Eduardo Cunha está pronta para prestar os devidos esclarecimentos que se façam necessários, mas mantendo a sua postura de se manifestar somente nos autos de processos e caso formalmente questionada pelas autoridades competentes."

Cunha não pode ser extraditado para a Suíça para responder a processo porque é brasileiro nato. A transferência de processo é um procedimento de cooperação internacional, em que se assegura a continuidade da investigação ou do processo ao se verificar a jurisdição mais adequada para a tramitação do processo penal.

Com a transferência do processo, a Suíça renuncia à sua jurisdição para a causa, que passa a ser do Brasil e de competência do Supremo Tribunal Federal porque, devido à condição de deputado federal, Cunha tem prerrogativa de foro e só pode ser investigado com autorização do STF.

Este é o primeiro processo a ser transferido para o STF a pedido da Procuradoria-Geral da República e o segundo da Operação Lava Jato. A primeira transferência de investigação foi a do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró para Curitiba.

Depoente revelou Suposto operador do PMDB no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, o engenheiro João Augusto Rezende Henriques afirmou em depoimento à Polícia Federal (PF) que fez uma transferência ao exterior para uma conta do presidente da Câmara dos Deputados.

Henriques foi ouvido pela PF na última sexta-feira (25), após ter sido preso na 19ª fase da Operação Lava Jato, que investiga desvio de recursos de contratos da Petrobras.

Em despacho decretando a prisão preventiva de João Henriques, o juiz Sérgio Moro escreve que o suposto operador do PMDB confirmou pagamento de propina a um agente político, com foro privilegiado, já investigado pela Lava Jato.

Eduardo Cunha foi denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot ao Supremo pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com a Procuradoria, o presidente da Câmara recebeu propina de contratos firmados entre a Petrobras e fornecedores da estatal.

Em julho, o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo afirmou em depoimento à Justiça Federal do Paraná que foi pressionado por Cunha a pagar US$ 10 milhões em propina para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado. Do total do suborno, contou o delator, Cunha disse que era "merecedor" de US$ 5 milhões.

Além disso, investigadores da Lava Jato informaram que o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, também confirmou em sua delação premiada que o presidente da Câmara recebeu, ao menos, US$ 5 milhões em propinas por contratos de locação dos navios-sonda. Baiano é acusado de ser um dos operadores do PMDB no esquema de corrupção que agia na estatal do petróleo.

Ministério Público Federal entra com ação cobrando R$ 14 bi à saúde devidos por Aécio e Anastasia
Aécio Neves da Cunha

O Ministério Público Federal entrou com ação civil pública na Justiça cobrando do governo do Estado o repasse de R$ 14,2 bilhões para a área de saúde. Segundo a Procuradoria da República em Minas, este é o montante que deixou de ser investido entre 2003 e 2012 nos governos dos tucanos Aécio Neves e Antonio Augusto Anastasia - atualmente senadores - em descumprimento à Emenda Constitucional 29, que obriga aplicação mínima de 12% do orçamento na área.

Os procuradores afirmam na ação que no período de 10 anos ocorreram também manobras contábeis para aparentar o cumprimento da emenda "em total e absurda indiferença ao Estado de Direito". Segundo os autores, "R$ 9,5 bilhões deixaram de ser aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo governo mineiro, quantia que, em valores atualizados, corresponde a um desfalque de R$ 14,2 bilhões.

Outra referência a notícia semelhante: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:dLvl2aCGSmMJ:www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1308200616.htm+&cd=4&hl=en&ct=clnk&gl=br

Suplente do vereador Leonelzinho Alencar toma posse na Câmara Municipal
Leonel Alencar Junior BR - CE - Fortaleza

O suplente Gerôncio Coelho (PTdoB) assumiu função de vereador da Câmara Municipal de Fortaleza nesta quarta-feira, 3, após o afastamento do vereador Leonelzinho Alencar (PTdoB) do Legislativo municipal, por 180 dias, conforme determinação judicial.

Na terça-feira, 2, o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e a Polícia Civil cumpriram mandatos de busca e apreensão no gabinete de Leonelzinho, na residência e no Instituto Jáder Alencar – que pertence à família do vereador.

Sob investigação, Leonelzinho Alencar é afastado por 180 dias da Câmara
Leonel Alencar Junior BR - CE - Fortaleza

O presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, vereador Salmito Filho (Pros), oficializou, no plenário da Casa, a decisão judicial que determina o afastamento do vereador Leonelzinho Alencar (PTdoB) por 180 dias das atividades parlamentares. Na manhã desta terça-feira, 2, o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e a Polícia Civil cumpriram mandatos de busca e apreensão no gabinete de Leonelzinho.

Mais postagens »